Por: Lord Gadú (@badlivehot)
domingo, 16 de outubro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Nossa Diferença - Por Célio Filho
Estava lendo sobre um DVD que ganhei e vi uma nova modalidade de escrever, se basear numa história já existente, de um livro, filme, série ou musica, e me interessei bastante por essa nova tendência, então, vejam aí o que eu criei especialmente pra pessoa que eu amo.
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É engraçado como as nossas diferenças são compatíveis com as nossas semelhanças, quando tentamos fugir nos encontramos, quando tentamos nos encontrar, nos perdemos. Nos caminhos certos, encontramos coisas erradas e nos caminhos errados, encontramos coisas certas. Mas o mais divertido mesmo é que TUDO conspira pra nossa união. As vezes, quase sem querer e por falta de informação, te ganho com meias verdades, mas a metade inteira chora feliz, sem despejar lágrimas, porém, seus olhos transbordam o Amor que nos mantém.
Nos momentos que estamos longe um do outro, nosso coração parece que se liga, você sempre sabe quando eu vou te ligar, e eu também tenho esse dom, com seu jeito meigo de valorizar o silêncio, abomina o barulho do mundo curtindo o nosso momento solene, dividindo sonhos e realidades, cultivamos o nosso amor.
Nas suas afirmações eu aceito e te apoio, você faz eu falo, mas quando estamos a sós no quarto sentimos o adorável sabor que o outro tem, não sei direito, mas eu sinto que temos ao nosso redor, uma força que embala Mundos, digo assim por ouvir o mundo e quando você fala, bate tudo de um jeito diferente, mais romântico, mais verdadeiro.
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Nossa Diferença
(Inspiração - Tudo Diferente - Maria Gadú)
Por: Célio Filho (@cragfilho)É engraçado como as nossas diferenças são compatíveis com as nossas semelhanças, quando tentamos fugir nos encontramos, quando tentamos nos encontrar, nos perdemos. Nos caminhos certos, encontramos coisas erradas e nos caminhos errados, encontramos coisas certas. Mas o mais divertido mesmo é que TUDO conspira pra nossa união. As vezes, quase sem querer e por falta de informação, te ganho com meias verdades, mas a metade inteira chora feliz, sem despejar lágrimas, porém, seus olhos transbordam o Amor que nos mantém.
Nos momentos que estamos longe um do outro, nosso coração parece que se liga, você sempre sabe quando eu vou te ligar, e eu também tenho esse dom, com seu jeito meigo de valorizar o silêncio, abomina o barulho do mundo curtindo o nosso momento solene, dividindo sonhos e realidades, cultivamos o nosso amor.
Nas suas afirmações eu aceito e te apoio, você faz eu falo, mas quando estamos a sós no quarto sentimos o adorável sabor que o outro tem, não sei direito, mas eu sinto que temos ao nosso redor, uma força que embala Mundos, digo assim por ouvir o mundo e quando você fala, bate tudo de um jeito diferente, mais romântico, mais verdadeiro.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Saudades de ti.. Óh Maria! (Por: Elen Cristina)
Por: Elen Cristina (@elencristiiina)

Tudo é tão nervoso..
E tão agitado...
num dia acho que vou explodir.
no outro tudo já tem passado.
A ansiedade de um momento da lugar a calmaria
Tudo passa... e sempre, mais uma noite que virou dia.
Parar no tempo, naquele momento, era tudo que eu queria.
Olhar-te e desejar que o mundo se cale para poder ouvir somente tua voz, Óh! Maria!
mas os gritos, susurros e lamentos do mundo por ti, me colocam tão distante.
meu falar não chega a ti, e com mimicas incompreensíveis não chamo sua atenção.
Voltar aquele dia? Dá Não...
Esperar seu retorno? Consigo não...
O que me resta? Sair a procurar-te então.
Pois eu,
Até desejo está no seu coração..
mas confesso que eu só queria era segurar a sua mão...
Fonte
Tudo é tão nervoso..
E tão agitado...
num dia acho que vou explodir.
no outro tudo já tem passado.
A ansiedade de um momento da lugar a calmaria
Tudo passa... e sempre, mais uma noite que virou dia.
Parar no tempo, naquele momento, era tudo que eu queria.
Olhar-te e desejar que o mundo se cale para poder ouvir somente tua voz, Óh! Maria!
mas os gritos, susurros e lamentos do mundo por ti, me colocam tão distante.
meu falar não chega a ti, e com mimicas incompreensíveis não chamo sua atenção.
Voltar aquele dia? Dá Não...
Esperar seu retorno? Consigo não...
O que me resta? Sair a procurar-te então.
Pois eu,
Até desejo está no seu coração..
mas confesso que eu só queria era segurar a sua mão...
Fonte
sábado, 18 de junho de 2011
Maria Gadú - (Por: Ana Carolina Ferreira)
Por: Ana Carolina Ferreira (@Anacf4)
E de longe se ouve a leve brisa aconchegante,
Aquela em que se levantam os fios, e rasga no interior, de baixo da Cútis
E os ouvidos se levantam com vida própria, e os braços procuram algo novo
É aquela janela que se abre pela manhã, vagarosamente, arranhando os punhos e o ranger da madeira velha
É o cheiro de panos guardados, limpos, macios,
Aqueles que se abraçam com as curvas de seu corpo
A esperança das cores das grandes palmeiras que agitam, chamam e dividi sutilmente seu espaço com a grande estrela luminar, aquela que te aquece sem precisar, sem pedir, sempre ali.
A imensidão de pequenos fragmentos de uma mistura que me parece açúcar e algodão, como se fossem filhotes de uma única mãe, seguindo de volta á sua casa antes do entardecer.
- E aí, debaixo rasga de novo, como descamas.
É aquelas covinhas, espelhos de felicidade.
É aqueles pequenos leques que a cada piscar libera fios de ouro que com a perfeita harmonia acompanha cada nota que se move com os lábios pra dentro,
E jorram doçuras e veludos pra fora, direto aos meus ouvidos, sem quaisquer desvios.
O Balancê pra lá e pra cá, escondem o desejo de se jogar feito peixe em cachoeira precipícia.
A ponta dos dedos redondos que revelam ansiedade nos vestígios de unha, deslizam sozinhos sobre as cordas amarradas ensaiando coreografias, e quando acabam, correm logo pra de baixo de seu esconderijo preferido.
Esconderijos tortos, finos, que se andam corcundos, procurando alguma saída na timidez sem sentido.
- E aí, mais uma vez, rasga de novo, e grita cada vez mais alto.
Como se chorassem pela posse dela, e o entendimento de seus sentidos tão ocultos, de cada olhar, de cada risca no seu rosto.
Inexplicável confronto dos gostos impostos naturalmente, e o estranho desejo meu, pelo que não é oposto, linda exceção.
E como se chorassem pelos destinos não encontrados.
Como se conformassem por ter apenas o dever de admirá-la.
Apenas a grande honra de amá-la.
Pois a minha perfeição é apenas esta: um banco, um violão e ela. Definitivamente não existe nesse mundo, ou talvez, apenas exista nestes meus pensamentos, e que nunca seria capaz de sentir por nenhuma outra pessoa que exista aqui.
Não assim, nem com essa intensidade, nem com essa generosidade de se dar por satisfeita só de ouvir sua voz, ou sonhar com seu sorriso no meu.
- E mais uma vez, sangra aí debaixo.
E de longe se ouve a leve brisa aconchegante,
Aquela em que se levantam os fios, e rasga no interior, de baixo da Cútis
E os ouvidos se levantam com vida própria, e os braços procuram algo novo
É aquela janela que se abre pela manhã, vagarosamente, arranhando os punhos e o ranger da madeira velha
É o cheiro de panos guardados, limpos, macios,
Aqueles que se abraçam com as curvas de seu corpo
A esperança das cores das grandes palmeiras que agitam, chamam e dividi sutilmente seu espaço com a grande estrela luminar, aquela que te aquece sem precisar, sem pedir, sempre ali.
A imensidão de pequenos fragmentos de uma mistura que me parece açúcar e algodão, como se fossem filhotes de uma única mãe, seguindo de volta á sua casa antes do entardecer.
- E aí, debaixo rasga de novo, como descamas.
É aquelas covinhas, espelhos de felicidade.
É aqueles pequenos leques que a cada piscar libera fios de ouro que com a perfeita harmonia acompanha cada nota que se move com os lábios pra dentro,
E jorram doçuras e veludos pra fora, direto aos meus ouvidos, sem quaisquer desvios.
O Balancê pra lá e pra cá, escondem o desejo de se jogar feito peixe em cachoeira precipícia.
A ponta dos dedos redondos que revelam ansiedade nos vestígios de unha, deslizam sozinhos sobre as cordas amarradas ensaiando coreografias, e quando acabam, correm logo pra de baixo de seu esconderijo preferido.
Esconderijos tortos, finos, que se andam corcundos, procurando alguma saída na timidez sem sentido.
- E aí, mais uma vez, rasga de novo, e grita cada vez mais alto.
Como se chorassem pela posse dela, e o entendimento de seus sentidos tão ocultos, de cada olhar, de cada risca no seu rosto.
Inexplicável confronto dos gostos impostos naturalmente, e o estranho desejo meu, pelo que não é oposto, linda exceção.
E como se chorassem pelos destinos não encontrados.
Como se conformassem por ter apenas o dever de admirá-la.
Apenas a grande honra de amá-la.
Pois a minha perfeição é apenas esta: um banco, um violão e ela. Definitivamente não existe nesse mundo, ou talvez, apenas exista nestes meus pensamentos, e que nunca seria capaz de sentir por nenhuma outra pessoa que exista aqui.
Não assim, nem com essa intensidade, nem com essa generosidade de se dar por satisfeita só de ouvir sua voz, ou sonhar com seu sorriso no meu.
- E mais uma vez, sangra aí debaixo.
sábado, 11 de junho de 2011
Naiane Bonfim e Maria Gadú (Show "Childhood Brasil", Rio de Janeiro - 17/05)
Por: @OlodumM
UM DOS MOMENTOS MAS SURREAL DA MINHA VIDA QUANDO FUI AO RIO ACOMPANHANDO MEUS MENINOS DO OLODUM MIRIM PRO EVENTO CONTRA EXPLORAÇÃO SEXUAL PARA RAINHA DA SUÉCIA E OLHA COM QUEM CONVIVE UNS 2 DIAS MARIA GADÚ MINHA DIVA. ESCUTAMOS BETHÂNIA CANTANDO VIVER E EU DE TÃO SEM GRAÇA Q ESTAVA NÃO CONSEGUIA FALAR NADA SÓ BALANÇAVA A CABEÇA QUANDO ELA FALAVA KKKKK...RISCOU A PAREDE DO THEATRO SEM QUERER QUANDO FOI ME DAR AUTOGRAFO FOI MUITO ENGRAÇADO RIMOS MUITO ELA TENTANDO APAGAR TROCAMOS PRESENTES E TUDO DEI UMA BLUSA DO OLODUM E ELA ME DEU DVD DO MULTISHOW REALMENTE ATÉ HOJE SONHO ELA É MUITO GENTE BOA A AMOOO MUITOoOoO...
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